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Salão Brasil

1935

Assassinato de Bernardino Pinto de Almeida

Em 1935, antes da Intentona, Honório de Freitas Guimarães, membro do CC/PCB, denunciou Bernardino Pinto de Almeida, vulgo “Dino Padeiro”, de traição. O abominável “Tribunal Vermelho” julgou-o culpado e perigoso para a ação armada que se avizinhava. O próprio secretário-geral do Partido, Antonio Maciel Bonfim, o “Miranda”, decidiu executá-lo, com o auxílio de seu cunhado, Luiz Cupelo Colônio.

“Dino Padeiro”, deslumbrado com a possibilidade de encontrar-se com o próprio secretário-geral do Partido, foi atraído para um local ermo, próximo à Estação de Triagem Estrada de Ferro Central do Brasil, no Rio de Janeiro.

Fora das vistas, Miranda desfechou-lhe uma coronhada e, em seguida, dois tiros de revólver. Tendo enguiçado a arma, tomou a de Cupelo e desfechou-lhe mais dois tiros para ter a certeza da morte. Dino, apesar de tudo, não morreu e, socorrido por funcionários da ferrovia, sobreviveu. Ironicamente, o destino deu voltas, Cupelo sentiria, em sua própria família, o peso da violência, a execuação da irmã, Elza Fernades.

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